Feminismos e Anti-feminismos – Parte I – De onde viemos

Por Carolina Ribeiro e Katrini Alves

Nesse artigo eu e a Katrini nos colocamos na difícil tarefa de falar sobre feminismos e anti-feminismos. Não pretendemos compreender todas suas vertentes ou abarcá-los na totalidade, mas queremos levar um pouco mais de informação para aqueles e aquelas que não tiveram acesso à temática de forma não pejorativa.

A ideia desse artigo surgiu quando percebi, ao escrever o artigo Pornô Feminista, que muitas pessoas ainda não compreendiam as propostas do feminismo e estavam bombardeadas de anti-feminismos, assim não poderia continuar escrevendo sobre Feminismos sem antes esclarecer alguns posicionamentos q estarão presentes implícita ou explicitamente em meus textos.

Para a difícil tarefa de falar sobre esse tema recorri à Katrini, sabendo q ela, partilhando das mesmas ideias que eu, poderia enriquecer esse trabalho.
Finalizando o “blá-blá-blá” das apresentações vamos ao que interessa: FEMINISMO.

Para compreender o tema farei um breve resgate histórico, definindo o que é Feminismo, retomando a origem das ideias feministas e mostrando como elas começaram a ganhar o mundo.

Pode-se dizer que o Feminismo surgiu como um movimento social respaldado por uma teoria social que critica a desigualdade baseada na diferença dos sexos, ou seja, criticando as diferenças que existiam entre o SER mulher e SER homem. É importante frisar que o principal objetivo dos movimentos feministas é a equidade entre os sexos e não a inversão da dominação, as mulheres não pretendem se tornar aquelas q tomam o poder e domínio masculino.

Em 1791, Olympe de Gauges escreve o manifesto “Declaração dos direitos da mulher e da cidadã” parafraseando o título da Carta de Direitos da Revolução Francesa, em que reivindica a inclusão das mulheres no exercício da democracia, por isso foi considerada inimiga do regime e condenada a guilhotina. A conquista do espaço público pelas mulheres se desenvolveu timidamente por séculos, apenas por volta do ano de 68 que as mulheres, mesmo as já engajadas em movimentos sociais, como o movimento estudantil ou movimento trabalhista, perceberam que não ocupavam cargos de liderança, não só no mercado de trabalho como dentro dos movimentos em que militavam, com isso se empoderaram, ou seja, tomar o poder que lhes é de direito, e saíram as ruas gritando por mais igualdade, dentro de um movimento próprio de mulheres onde elas pudessem ser as lideranças e apoiar todas as outras lideranças assim encontramos o movimento feminista.

Vale ressaltar que mesmo antes desses acontecimentos a situação das mulheres já era levantada por algumas literaturas, como de Simone de Beauvoir, que publicou em 1949 a obra O Segundo Sexo, um longo ensaio sobre a condição feminina que ainda hoje é referência nos estudos feministas e de gênero. Nesse ensaio pioneiro, ela toca em pontos que foram amplamente explorados pelas pensadoras feministas das gerações seguintes. Um aspecto importante é o caráter social da condição feminina, ela mostra que, ao contrário do que se pensa, os atributos ditos como femininos não são naturais, ou seja, não há uma natureza feminina, esses atributos (candura, emotividade, fragilidade) são adquiridos pelas mulheres em seu processo de socialização. É interessante notar que esses atributos vistos como naturais são usados para justificar a posição das mulheres na relação de dominação com os homens, e que as próprias mulheres aceitam e reproduzem esse posicionamento.

“O drama da mulher é esse conflito entre a reivindicação fundamental de todo sujeito que se põe sempre como o essencial e as exigências de uma situação que a constitui como inessencial. Como pode realizar-se um ser humano dentro da condição feminina? Que caminhos lhe são abertos? Quais conduzem a um beco sem saída? Como encontrar a independência no seio da dependência? Que circunstâncias restringem a liberdade da mulher, e quais pode ela superar? São essas algumas questões fundamentais que desejaríamos elucidar. Isso quer dizer que, interessando-nos pelas oportunidades dos indivíduos, não as definiremos em termos de felicidade e sim em termos de liberdade.” (BEAUVOIR, 1949)

Devemos ressaltar que existem sim dois sexos biológicos, mas esse sexo biológico não é determinante para formarmos uma personalidade, aqui separamos o NASCER mulher do SER mulher.

Tendo em vista todas essas ideias expressas por Beauvoir, o movimento feminista vai às ruas, ou seja, as mulheres saem do espaço privado, que era o espaço naturalizado como feminino (a casa, os cuidados, os filhos), e vão para o espaço público com diversas reivindicações, como direito ao voto, direito à trabalhar, à usar calças, ocupar cargos de poder, não violência.

Com as manifestações de 68 o movimento se espalhou fervorosamente pelo mundo e as coisas não pararam por aí, com ajuda de livros como A Mística Feminina – Betty Friedam, o movimento de mulheres cresceu e foi impossível ignorar!

No Brasil, assim como no resto do mundo, as reivindicações feministas foram levantadas a partir da década de 30. Bertha Lutz, bióloga, filha de Adolpho Lutz, trouxe da França os ideais feministas e lutou principalmente pelo direito ao voto e elegibilidade das mulheres, e pelo direito de trabalhar sem autorização do marido.

Depois de Lutz, poderíamos citar diversas mulheres importantes dos movimentos feministas do Brasil, como Nísia Floresta, que além de feminista, foi ativista pela anistia. Durante a ditadura militar, as mulheres se organizaram independentemente dos partidos e outros movimentos sociais para lutar contra o regime. Há muito que se falar sobre o Feminismo no Brasil, talvez seja necessário mais de um artigo para colocar todos os seus aspectos e particularidades, mas aqui o importante é esclarecer que o Feminismo brasileiro sempre acompanhou a agenda do Feminismo internacional, porém sempre agregou as reivindicações e necessidades específicas das mulheres brasileiras.

Claro que muito mais aconteceu no Brasil, é quase impossível abarcar na totalidade a historia do feminismo nesse artigo, mas esperamos que nosso artigo possa ter mostrado um pouco de onde viemos, agora estamos envolvidas em um novo artigo para tentar mostrar a vocês para onde vamos, ou pretendemos ir.

Todo movimento social, toda forma de luta por direitos podem ser chamados de Força Ativa por mudança, toda Força Ativa recebe uma Força Reativa de mesma intensidade. As Forças Reativas são conservadoras, repelem todo tipo de mudança ou de transformação da ordem em que estão inseridas. O anti-feminismo é, antes de tudo, uma força reativa. Para combater o feminismo, o anti-feminismo subverte os argumentos e reivindicações feministas, ou seja, promove um serviço de desinformação, definindo e propagando que o objetivo das lutas feministas é algo diferente de seu próprio discurso. O anti-feminismo possui um único argumento: “As mulheres querem inverter a ordem ‘natural’ e ocupar a posição dos homens”

É importante notar que, como já dissemos nesse artigo, o objetivo do movimento feminista é desnaturalizar a dominação e assim promover a emancipação das mulheres e alcançar a equidade perante os homens. Em contrapartida, o anti-feminismo, baseado no senso comum, argumenta que essa dominação é sim natural, e que não se deve lutar contra a natureza. É assim que o anti-feminismo ganha respaldo de representantes políticos, religiosos, inclusive de mulheres. Quando se descreve o anti-feminismo dessa forma, é comum pensar que ele fica restrito a discursos ignorantes e de fanatismo religioso, mas isso é um engano. Convivemos com o anti-feminismo e com a misoginia (equivalente a homofobia, só que o alvo do ódio e do asco são as mulheres) muito mais do que imaginamos ou percebemos.

O anti-feminismo não está apenas em manifestações de ódio, ele está também nas zombarias, nas piadinhas e nos comentários que parecem ser inocentes e podem ser proferidas por pessoas que tiveram acesso aos altos graus de educação. Cito como exemplo o comentário que Paulo Francis escreveu no jornal O Pasquim sobre o livro Mística Feminina, ele disse: só uma mulher tão feia quando Betty Friedan poderia ter escrito um livro com aquele teor, pois o livro é claramente obra de uma mulher mal-amada. Vejam que ele desqualifica a escritora por suas características físicas, ainda insinua que seu trabalho é fruto de um fracasso em sua vida amorosa, e que mulheres bonitas se relacionam bem com os homens e não têm necessidade de questionar essa ordem.

Gostariamos de finalizar o artigo convidando @s leitor@s a refletirem sobre a ordem vigente e os reais objetivos do movimento feminista, e também para pensarem criticamente sobre o feminismo e o anti-feminismo, sempre que tiverem contato com esses termos.

É contrário/a ao feminismo? É contrário ao “empoderamento” das mulheres? Já se questionou por quê? Vale a pena refletir sobre pré-conceitos, como o machismo e racismo, que tomamos como certo antes mesmo de saber o que isso quer dizer ou qual seu reflexo em nossas vidas. Por que a sexualidade deve ser uma prerrogativa de competência? Por que a etnia deve ser um fator exclusivo? Já pensou sobre isso? São pensamentos legítimos? Espero q nosso artigo tenha demonstrado que NÃO! Somos muito mais do que nossas características biológicas e físicas, somos seres humanos e merecemos ser tratados por nossas atitudes e não por pré-conceitos mau formados!

 

Carolina Ribeiro tem 22 anos, é Cientista social e participou ativamente da construção do blog Espaço CULT. Pesquisa Filmes Pornográficos e Feminismo, tem experiência, também, na área de gênero e violência. Como um projeto paralelo, dá aulas gratuitas de dança do ventre. Namora há 3 anos e meio o cara logo aqui debaixo. No conforto do lar, é viciada em seriados, adora meditação, Tribal Fusion e vive regada de musicalidades.
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Katrini Alves da Silva, 24 anos, é feminista e Cientista social, Na universidade, integrou um núcleo de Estudos de Gênero durante dois anos e meio. Atuou em pesquisas teóricas e de campo sobre família e tecnologias reprodutivas, sob a perspectiva das relações de gênero; e, também, sobre publicações científicas feministas do Brasil e da França. Atualmente, se dedica ao curso de formação de professores da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, última fase do concurso público para admissão de professores do ensino básico. Aos domingos, trabalha como operadora de som em uma rádio comunitária. Interessa-se principalmente por Ciências (humanas, exatas e biológicas), Tecnologia, Artes e Cultura Geek.

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12 responses to “Feminismos e Anti-feminismos – Parte I – De onde viemos”

  1. Lara says :

    nossa, o artigo está ótimo. Com uma ótima síntese da história do feminismo e importantes considerações sobre o anti-feminismo….Parabéns……

    • Carolina Ribeiro says :

      Mano já disse q to esperando um comentário maior, por isso nem vou responder em detalhes kk!

      Bjuu

  2. André Rocha says :

    Parabéns! Esclarecedor o artigo. A informação é uma parte importante da luta!

    • Carolina Ribeiro says :

      Oi André,

      Obrigada pelo seu comentário e por divulgar nosso artigo.

      Continue visitando nosso blog.

      Abrs.

  3. Ellen says :

    Oi, Carol! Fiquei muito feliz de entrar no site e ver uma artigo sobre o feminismo. Já comecei a minha monografia e ela contrapõe as vertentes dentro do movimento.
    Concordo plenamente com a questão de que os ‘sentimentos’ ou ‘jeitos’ femininos não precisam ser necessariamente das mulheres, há uma grande diferença entre sexo e gênero, as diferenças biológicas de cada sexo existem, mas as de gênero são impostas. Como por exemplo, tem a antropologa Margareth Mead, ela em uma de suas obras mostra que em uma tribo nativa tudo que nossa sociedade considera ‘masculino’ era realizado pelas mulheres, e tudo que é ‘feminino’ pelos homens, sem a ocorrência de nenhum preconceito, com a aceitação da participação dos dois dentro da vivência entre eles. E há outra que não há distinção, ou seja, como a cultura foi desenvolvida, é que definirá seu individuo seja homem ou mulher, então, a lógica de se conformar que cada um tem o seu lugar é balela. O que eu acho é que todos devem ter mesmas oportunidades, e respeitar as diferenças que existem, sejam elas quais forem. E sobre o anti-feminismo, haverá primeiramente mesmo a utilização de piadas, e pela ignorância até dos mais letrados -como o citado no texto que eu achei ridiculo- se tentará levar a imagem de inutilidade ou mesmo de vandalismo da parte das mulheres de ‘julgarem com direitos’ e tals. É engraçado porque grande parte do feminismo mesmo que tenha o foco A MULHER, muitas lutas pediam pela igualdade entre todos. É claro que há exceções, Valerie Solanas pedia o extermínio dos homens junto com mulheres passivas, submissas, ‘masculinazadas’…Certas lutas feministas excluim os mais pobres ou as negras, mas de qualquer forma com a evolução do feminismo foi jogada a sociedade a questão de genero que não era uma preocupação existente, é algo importante, mesmo que você não queira ser feminista, não se pode menosprezar o movimento. Parabens pelo artigo.
    beijão

    • Carolina Ribeiro says :

      Oi Ellen, tudo bem querida?

      Mais uma vez obrigada pelo seu comentário que foi quase um novo artigo contribuindo com o nosso! Adorei todas as suas observações e são super pertinentes e ricas!

      Mas só queria ressaltar uma coisa, não sei se disse isso no artigo, mas sou feministas sim, infelizmente não na militância, mas procuro fazer minha parte como futura socióloga, pesquisando temas q possam fazer alguma diferença, não só na vida de mulheres, mas de minorias que sobre preconceitos. Só tenho problemas com termos, as vezes dizer q sou feminista me incomoda um pouco pq acho q há tanta história e tanta luta por trás do termo q as vezes me sinto um pouco orgulhosa demais por me colocar no meio de mulheres q lutaram e lutam pela causa. Mas acho q posso dizer q sou feminista.

      Obrigada mesmo por nos visitar e por apreciar meus artigos.

      Bjo grande

  4. Carolina Ribeiro says :

    Quero eu mesma postar uma resposta em agradecimento à Katrini! Sem ela eu jamais teria feito um artigo tão rico e tão informativo.

    Katrini obrigada por ser uma feminista maravilhosa e que me ensina tanto, além disso por ter contribuído não só com ideias mas com sua história de vida em todas as palavras q escrevemos!

    Foi uma parceria maravilhosa e estou ansiosa pela parte II

    Obrigada minha bolinha vermelha!

    Bjos

  5. Ellen says :

    Ah tudo ótimo!! E obg pelos elogios hehe. Digo o mesmo dos seus artigos, são muito bem escritos, interessantes e ricos em informações.
    Ah eu me sinto assim como você, compartilho dos ideais feministas, até prego um deles as vezes, mas não tenho a militância, e sinceramente espero que no futuro – principalmente, quando entrar na faculdade – possa atuar um pouco mais. Assim, como nos movimentos ambientalistas.
    Aguardo o próximo artigo.

    beijão

  6. Lena says :

    Muito esclarecedor para nós, leigas, porém não menos mulher…
    Infelizmente pouco se discute o assunto, penso que a maioria das mulheres desconhece o que é o feminismo o que imperá é o anti-feminismo.
    Como 99% das pessoas que trabalho são mulheres sei o que digo: feminista é = a mulher como descreveu Paulo Francis, e vem delas próprias os comentários, por sinal maldosos… uma pena.
    Sabemos q sem luta não se chega a lugar algum, porém nós mulheres(falo por mim e por algumas que conheço) têm uma falta de disposição de ir contra o machimos que imperá, principalmente em nossos lares e ambientes que vivemos.
    Mas Carolina, não deixe de nos aletar e trazer o deb@te a tona, sempre nos mostrando a verdade.
    Beijos com todo respeito!
    PS: Enviarei seu artigo para as pessoas que conheço com muito prazer.

  7. Manobrown says :

    Comparar a complexa sociedade ocidental, ou mesmo a oriental, a tribo de índios não soa como boa analogia. Não obstante, demonstra o equívoco da alegação das diferenças “naturais”. Porém, ainda não se ao certo o quanto a diferença “natural” influencia o comportamento humano e rechaçá-la com simples achismo ou “estudos” sociais superficiais é pura generalização e sacação.
    Seria interessante, para nós ocidentais, descobrir como se deu a passagem de uma sociedade matriarcal inicial para a patriarcal. Poderíamos encontrar aí o início da relação do homem e da mulher na sociedade em seus primórdios.
    A divisão social do trabalho, as guerras, a luta pela sobrevivência em ambientes diferentes (florestas da américas são diferentes do ambiente do oriente médio, “berço” da civilização ocidental), enfim, vários aspectos que, somados, são determinantes para as descobertas devem ser estudados. Ainda estamos prematuros em descobriras origens da diferenciação de tratamento na sociedade.
    Fato é que, parece-me, à primeira vista de alguns antropólogos e psicólogos, que há uma inclinação natural à competição e “dominação” (ou subjugação) dentro de nossa espécie (crianças desenvolvendo-se socialmente demonstram isso) e, se a mulher fosse dominante nesses milhares de anos de história, o zeitgeist seria muito diferente, arrisco-me a dizer, menos desenvolvido intelectual, cientifica e tecnologicamente.

    • yume says :

      Não seria não meu caro,é que a História omite as várias rainhas guerreiras,pesquisadoras,e cientistas que tivemos,muitas delas tendo que se disfarçar de homens,Cito-lhe um exemplo de mulher reconhecida na matemática: Hipátia de Alexandria.Vale ressaltar que a primeira idealizadora do uso da eletricidade como reanimação foi Mary Sheiley em seu livro Frankstein.Então,é uma questão de não-valorização á nos a produção intelectual,cietífica,etc e também muitas vezes,a apropriação delas por parte dos homens.Não se esqueça que quem escreve a História são os homens.

  8. yume says :

    Excelente texto mas eu não estou vendo muito esforço para se ir além….e tenho visto o feminismo brasileiro cair de cabeça no reforço da objetificação da mulher( incluindo a incapacidade de ver pornografia e prostituição como exploração sexual,apesar das tentativas de porno feminista.Para melhor entender o assunto,basta pesquisar por Gail Dines,Sheila Jeffreys e Andreia Dorwking),é isso que faz com que muitas mulheres se tornem anti-feministas.A liberdade sexual foi sequestrada pelo machismo( que distorceu o discurso feminista para se beneficiar,tipo: “antes vcs não podiam fazer nada,agora façam tudo”.Qual mulher consciente não se sentiria seduzida?Porém,se esquecem que este “façam tudo” significa virar uma mercadoria sexual que vive de sexo e para o sexo,ao contrário dos homens,que sempre estão na posição de consumidores)) e todos que se manifestam contra é “reacionário”.Esta falta de liberdade de se criticar/avaliar o próprio movimento também tem afastado as mulheres.
    Em suma,tem muita coisa que tem que ser re-avaliada e muito mais a ser posto em prática.

    abçs

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